Follow by Email

quinta-feira, 8 de março de 2012

CARTA DE DENUNCIA CONTRA HOSPITAL MÁRIO GATTI EM CAMPINAS

Segue a carta de denuncia contra o Hospital Dr. Mário Gatti em Campinas e todos os médicos envolvidos .

A Ouvidoria Geral do Município de Campinas



Envio esse documento para denunciar o HOSPITAL MUNICIPAL Dr. MÁRIO GATTI DE CAMPINAS-SP, e os médicos citado. É muito grave o que está acontecendo nesse hospital, estão faltando com respeito à vida humana. É com muito pesar a que venho publicar o que aconteceu com um membro da minha família e para que outras pessoas não sofram o que nós sofremos espero justiça.
Espero uma investigação minuciosa para todos os médicos envolvidos neste documento, pois tenho em mãos uma cópia do prontuário médico e todos os exames de imagens e alguns de sangue que comprovam minha denuncia.
Já pesquise com alguns médicos e mostrei os exames que tenho e eles comprovaram o que eu temia no que eu não queria acreditar, a falta de ética e a falta de respeito ao ser humano.
Gostaria de ressaltar uma atenção especial aos médicos residentes, por não estarem preparados para realizar procedimentos de cirurgia que pode por em risco a vida das pessoas, de não saberem conversar com os pacientes e seus familiares. Neste documento que descrevo abaixo, já presenciei vários residentes virando a noite em plantão, dormindo na sala dos médicos e o pior de tudo isso tomando decisões sem a presença de um médico chefe de cirurgia responsável.
Entendo que os médicos precisam fazer sua residência, escolher sua especialidade e por em prática o que estudaram, porém, que façam na presença ou sob orientações do profissional experiente.
Estou relatando o que presenciei no hospital acima citado, só tem residentes nos finais de semana, não tem nenhum professor como eles costumam tratar seu superior responsável.
Solicito investigação porque os médicos, não estão fazendo plantão na parte da noite e nem nos finais de semana e que reforce ou crie uma lei que os residentes não podem realizar cirurgias ou tomar decisões sem a presença de seu professor.
Espero uma ação o mais rápido possível, as pessoas estão morrendo e nem sabem por quê.
Já encaminhei este documento ao CRM-SP, a OUVIDORIA DO SUS e ao MINISTÉRIO PÚBLICO.
Aguardo retorno.


Assunto: Investigação sobre procedimentos realizados no Hospital Dr. Mário Gatti em Campinas.
Informo que quero esclarecimentos sobre os procedimentos realizados na paciente MARLENE PEREIRA DA SILVA RAYMUNDO.

Estou dividindo o assunto em três partes:
1°-Internação da paciente, cirurgia e alta.
No dia 12.07.2011 a paciente Marlene Pereira da Silva Raymundo, chegou ao pronto socorro do hospital Dr. Mário Gatti em Campinas, munida de uma carta de encaminhamento a um pronto socorro com urgência, informando que a paciente estava ictéria, desidratada  e vômitos.
Realizados exames de sangue fomos informados, que a paciente estava com uma  obstrução na via biliar devido ter bilirrubina 5,40 MG/dl total e outros resultados como segue em anexo com a data do exame acima informado.
Naquela mesma noite a paciente ficou internada, até o dia da sua cirurgia foram realizados vários exames como ultra sonografia de abdome total feminino realizado no dia 13/07/2011 pela média Dra. Graziela J. Silva –CRM113430, constando apenas discreta dilatação das vias biliares intra-hepáticas e Coletitíase.
Realizada Tomografia Computadorizada do Abdome Superior, no dia 15/07/2011 pelo médico Dr. Ronaldo Oliveira P. da Costa –CRM83878, que concluiu coledocolitíase na porção distal.
Realizado exame de sangue no dia 18/07/2011, constatando aumento da bilirrubina no sangue 8,20 MG/dl e outras alterações como segue em anexo de acordo com a data citada.
No dia 19/07/2011, foi realizada a cirurgia pelo cirurgião principal: Dr. RENATO  BALDO BATISTA GONÇALVES CRM-136608, ( residente)Dra. RENATA ARRUDA PASSOS FREIRE DE BARROS- CRM146090 cirurgião primário assistente( residente) e como instrutor o médico Dr. CLÁUDIO NASCIMENTO PACHECO FILHO CRM-109452.( cirurgião responsável) COLECISTECTOMIA ABERTA + DERIVAÇÃO BILIO-DIGESTIVA.
Dúvidas, os médicos residentes podem realizar cirurgia, sem o chefe cirurgião estar presente? Porque desconfio que o instrutor não estava presente na cirurgia.
No dia 23/07/2011, a paciente teve alta.
Eu quero investigação nos exames de sangue após cirurgia até o dia de sua alta, porque a cirurgia foi mal sucedida, como segue abaixo. Os níveis de bilirrubina no sangue ainda estariam presentes.
2°-Parte retorno ao hospital com os mesmos sintomas antes da cirurgia.
No dia 15/08/2011, a paciente retornou ao hospital Dr. Mário Gatti, apresentando os mesmos sintomas  antes da cirurgia realizada no dia 19/07/2011, BILIRRUBINA NO SANGUE DE 3,70 MG/DL febre mais de 38°C ,vômitos, ictéria e desidratada o médico da cirurgia geral que atendeu , discutiu com a acompanhante da paciente  o Dr. FELIPE MENDONÇA OLIVEIRA E SOUZA-CRM 148627, dizendo que não tinha como resolver o problema e que ela poderia ter milhares de coisas, enfim ele não tinha como ajudar. A paciente ficou no hospital e realizou no dia seguinte 16/08/2011 outro exame de  ultra sonografia de abdome total feminino , realizado pelo Dr. FÁBIO ANTONIO CALAZANS FREITAS-CRM111460, que concluiu ausência de ascite ou linfonodmegalias.
Nesse meio tempo em que as coisas estavam acontecendo a paciente ficava a cada dia mais debilitada com quadros de  febre mais de 38°,vômitos, ictéria e desidratada, foi agendado uma consulto com um médico gastro o Dr. Becker que atende no ambulatório do hospital Dr. Mário Gatti, uma vez por mês para o dia 05/10/2011.
Diante de tudo isso que foi acontecendo o caso não era para ser tratado como grave? Porque mais tarde saberíamos que essa obstrução poderia levar a paciente ao um quadro de colangite e foi, o que aconteceu  e uma cirrose hepática doença muito grave.

No dia 10/09/2011 a paciente retornou ao hospital Dr. Mário Gatti, com os mesmo sintomas, febre mais de 38°C, vômitos, ictéria, desidratada e com BILIRRUBINA DE 4,70 MG/DL, paciente foi medicada e voltou para casa.
No dia 12/09/2011 a paciente retornou novamente para o hospital Dr. Mário Gatti, ficou internada sem vaga na enfermaria jogada na sala de medicamento do pronto socorro. Bastou um contato com a acessoria do vereador Peterson Padro para que as coisas tomassem outro rumo.
A acessora ligou no Ministério da Saúde para se informar de como deveria agir o hospital em uma situação como essa e instruída ligou para diretoria do hospital Dr. Mário Gatti, questionando o porquê a paciente não tinha sido submetida a um exame de CPRE. De acordo com o Ministério da Saúde, quando há complicações após cirurgia o Hospital no caso do plano SUS , tem que arcar com as despesas de outro hospital, caso não equipamentos para realizar os procedimentos necessários.
Depois que a acessora do vereador ligou na diretoria do hospital, tudo mudou rapidamente. Providenciaram urgente uma vaga na enfermaria que até então não tinha, a assistente social ligou para família marcando uma conversa urgente com o médico responsável  o Dr. CLÁUDIO NASCIMENTO PACHECO FILHO CRM-109452.
Na conversa o médico disse que estava providenciando uma licitação para fazer o exame de CPRE, disse também que o que estava acontecendo com a paciente era uma má cicatrização da cirurgia e com o exame de CPRE solucionaria o problema. Questionado sobre a postura do médico que discutiu com a acompanhante ele simplesmente respondeu que eles eram moleques, que isso era coisa da idade. Deram muitas satisfações após o contato com a diretoria do hospital, tanto que a diretoria ficou a disposição da família para quaisquer esclarecimentos. Só houve a conversa com o médico responsável pela cirurgia após contato do vereador junto à diretoria. A paciente ouviu o Dr. CLÁUDIO chamar a atenção dos médicos residentes, falando que já era a 2° vez que isso acontecia. O que dava-se a entender um erro médico.

A paciente ficou internada do dia 12/09/11 à 24/09/11, em sua alta foram prescrito antibiótico até o dia em que faria o exame de CPRE marcado para o dia 05/10/2011, os antibióticos foram orientados pela infectologista do hospital.
No dia 28/09/2011 a Dra. RENATA ARRUDA PASSOS FREIRE DE BARROS- CRM146090 entrou em contato com família dizendo se teria condições da paciente Marlene comparecer no hospital no dia 29/09/2011 para internação, pois o exame dela teria sido adiantado e foi concordado.

3°-Parte exame de CPRE e 2° cirurgia.
No dia 29/09/2011 a paciente foi internada e no dia 30/09/2011 foi submetida ao exame de CPRE, no hospital da PUCC- Campinas.
No primeiro momento quem iria realizar o exame seria o Dr. EDUARDO HENRIQUE HOUSEN, mais tarde saberíamos que a médica residente, ANA CARINA FERES PEREIRA-CRM125202 é que teria realizado o exame sem a presença do responsável Dr. EDUARDO HENRIQUE HOUSEN.
Após o exame de CPRE a paciente só teve piora, febres intermináveis o nível de bilirrubina no sangue subiu para 17 MG/dl. Na semana do dia 03/10/2011 a 07/10/2011, foi muito difícil a paciente pegou bactéria no sangue, teve que ter cuidados especiais com os enfermeiros, para não passar a bactéria para outros pacientes, as pessoas que fossem visitá-la tinham que usar avental descartável e a paciente do lado teve que trocar de cama ficando a cama vazia por uma semana. Tudo isso não está informado no prontuário médico do qual tenho uma cópia. Nessa mesma semana ficamos sabendo que o exame de CPRE realizado na PUCC, não veio com as imagens radiológicas como de costume e que a Dra ANA CARINA FERES PEREIRA-CRM125202 residente que teria feito o exame. Isso dificultou bastante às coisas. Foi solicitado um exame de colangiorresonância, porque as imagens radiológicas de CPRE não vieram, negadas pela diretoria do hospital porque já teriam gasto com o exame de CPRE.   No dia 07/10/2011 a paciente foi submetida a mais uma tomografia realizada pelo Dr. RONALDO OLIVEIRA P. DA COSTA-CRM83878 que só fez o comentário: Controle de CPGR. Em caso de evolução desfavorável, sugerimos repetir CPGR.
Na semana do dia 10/10/2011, ficamos sabendo que  o médico responsável pelos residentes e chefe da cirurgia geral especializado em vias biliares com estudos sobre estenose o Dr. FRANCISCO AMÉRICO FERNANDES NETO-CRM32453, se responsabilizaria  em realizar a cirurgia.
O próprio Dr. FRANCISCO informou a paciente de que ele iria realizar a cirurgia. Nessa semana as coisas pioraram, a paciente ligou para família muito preocupada, desesperada porque estava recebendo sangue, questionamos o porquê do sangue e a Dra. RENATA ARRUDA PASSOS FREIRE DE BARROS- CRM146090 que estava responsável em conversar com a família disse que o sangue que a paciente estava tomando era devido a uma anemia e porque a paciente iria realizar a cirurgia. No prontuário médico não consta essa transfusão. Quero esclarecimentos também.
No dia 11/10/2011 anuncio da cirurgia tão esperada, cancelada.
No dia 12/10/2011 anuncio da cirurgia, cancelada porque era feriado, o próprio Dr. FRANCISCO disse que naquele dia ele não fez nada, ou seja, o que ele teria a fazer era a cirurgia. 
No dia 14/10/2011 anuncio da cirurgia, cancelada. Nesse dia presenciei uma discussão de baixo calão do Dr. FRANCISCO AMÉRICO FERNANDES NETO-CRM32453 a enfermeira responsável pelo centro cirúrgico Bruna. O Dr. FRANCISCO defendendo que a cirurgia era de emergência, que teria que realizar a cirurgia no primeiro horário, já a enfermeira Bruna se defendia dizendo que não tinha agendamento da equipe da Cirurgia Geral e que teria anunciado o Dr. Francisco varias vezes e que o mesmo não estava no hospital, então o Dr. FRANCISCO começou a gritar com a enfermeira Bruna, dizendo que já estava desde as 08h00min horas da manhã, dizendo que aquilo era uma zona e por ai foi. A paciente chegou a entrar no centro cirúrgico onde foi colocados aparelhos de monitorizarão e mesmo assim não aconteceu a cirurgia.
Nesse dia o Dr. FRANCISCO me levou para conversar o Dr. MÁRIO SERGIO ROLIM ZAIDAN-CRM 56133, responsável pela cirurgia geral explicou toda a situação dizendo que a cirurgia tinha que acontecer que o problema da paciente era grave que ela já poderia estar com cirrose e colangite e  a equipe dele já estava preparada para realizar a cirurgia e devido ao nervoso da equipe não seria possível realizar a cirurgia naquele dia, marcando para o dia 17/10/2011. Nesse mesmo dia fui até a ouvidoria do hospital e registrei a denuncia, pela falta de respeito a paciente e a família que se preparou três vezes para cirurgia com muito desgaste emocional. Número do registro na ouvidoria 10.539.
O que pude perceber diante de tudo isso que aconteceu é que existe uma briga interna entre especialidades para usar o centro cirúrgico, o  pessoal da Cirurgia Geral médicos residentes  estavam muito nervosos junto com o próprio Chefe cirurgião o Dr. FRANCISCO porque o centro cirúrgico foi ocupado por outra especialidade.
Então chega o dia 17/10/2011, a cirurgia era para durar cerca de 8 horas, durou apenas 03 horas fiquei esperando para conversar com a equipe médica. A primeira médica que apareceu foi a Dra. RENATA ARRUDA PASSOS FREIRE DE BARROS- CRM146090 ( residente)abordei e ela me disse que o Dr. EDUARDO conversar.
Demorou algum tempo e aparece o Dr. EDUARDO JERONIMO DE OLIVEIRA JUNIOR-CRM143375 (residente) e me deu a noticia que a pacienta estava células tumorais com metástase muito avançado e que retirou amostra para biópsia para analisar se era maligna ou não e pediu para conversar com o Dr. WILSOM SÉRGI CASSIM.
Demorou um tempo e conversei com o Dr. Wilson e me confirmou que pela experiência dele, era um câncer muito avançado.
No dia seguinte conversei com o Dr. FRANCISCO e confirmou tudo o que os outros médicos haviam dito, questionei o porquê não viram antes com tantos exames realizados, com ultrassom e tomografia computadorizada e ele me respondeu dizendo que os equipamentos do Hospital Dr. Mário Gatti eram antigos.
No dia 19/10/2011 a paciente teve alta.
Quero investigação contra a equipe que operou a paciente MARLENE PEREIRA DA SILVA RAYMUNDO, no dia 17/10/2011 Supervisionada pelo Dr. FRANCISCO AMÉRICO FERNANDES NETO-CRM32453  e pelo Dr. WILSOM SÉRGIO CASSIM e como cirurgião responsável o médico residente Dr. EDUARDO JERONIMO DE OLIVEIRA JUNIOR-CRM143375 e auxiliado pela médica residente a Dra. RENATA ARRUDA PASSOS FREIRE DE BARROS- CRM146090 ambos com especialização em oncologia.
Denuncia a equipe que participou da primeira cirurgia e não ter diagnosticado o câncer quando aberta a primeira vez e investigação se o médico responsável pelos residentes estava presente, segue o nome da equipe mais uma vez. Dr. RENATO  BALDO BATISTA GONÇALVES CRM-136608,Cirurgião principal ( residente)Dra. RENATA ARRUDA PASSOS FREIRE DE BARROS- CRM146090 cirurgião primário assistente( residente) e como instrutor o médico Dr. CLÁUDIO NASCIMENTO PACHECO FILHO CRM-109452.( cirurgião responsável) COLECISTECTOMIA ABERTA + DERIVAÇÃO BILIO-DIGESTIVA
Formalizo essa denuncia porque a equipe acima citada já sabiam do problema que a paciente  tinha que era  câncer e nem um momento antes da cirurgia foi avisado a família.
Denuncio também lesar a paciente por prática de experiência com a paciente em benefícios dos médicos residentes com fins de estudo, não avaliando em nenhum momento a dor da família e da paciente. Após a cirurgia desnecessária a paciente teve uma fístula que ficou vazando bile.Não sabíamos que os médicos residentes acima citados eram de especialidade em oncologia, ficamos sabendo depois das muitas vezes que retornamos ao hospital após alta da paciente, pelos próprios médicos da cirurgia geral.
Denuncio também os médicos Dr. EDUARDO HENRIQUE HOUSEN-CRM92247 e a Dra. ANA CARINA FERES PEREIRA-CRM125202 por não realizarem os procedimentos legais de medicina agindo com negligencia nos resultados do exame de CPRE.
De acordo com O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA Resolução CFM n° 1.931, de 17 de Setembro de 2009, Capítulo XII, Ensino e Pesquisa Médica Art. 99, diz que é VEDADO AO MÉDICO:
Participar de qualquer tipo de experiência envolvendo seres humanos com fins bélicos,políticos,étnicos,eugênicos ou outros que atentem contra a dignidade humana.
Capítulo V, Relação Pacientes e Familiares, é vedado ao médico:
Art. 31. Desrespeitar o direito do paciente ou de seu representante legal de decidir livremente sobre a execução práticas diagnósticas ou terapêuticas, salvo em caso de iminente risco de morte.
Art. 1 é vedado ao médico, Causar dano ao paciente, por ação ou omissão, caracterizável como imperícia, imprudência ou negligência.
AFIRMO ESSA DENUNCIA PORQUE PESQUSEI E TEREI DÚVIDAS COM OUTROS MÉDICOS, QUE DE ACORDO COM OS EXAMES DE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DARIA PARA VER O CÂNCER NA PACIENTE, ENTRE ESSES MÉDICOS UM PROFISSIONAL DA UNICAMP QUE ATENDEU A PACIENTE NO DIA 12/11/2011.
Denuncio que não era necessário realizar a segunda cirurgia pelo fato dos médicos já saberem que a paciente estava com câncer e que para realizar a biópsia não era necessária uma cirurgia.
Afirmo porque após alta levando a paciente para outros hospitais, quando o médico ia examiná-la na hora vinha conversar com os familiares perguntando se paciente tinha câncer de fígado, isso foram vários médicos.
Eu exijo que todos os médicos acima citados tem que ser investigados, desde os radiologistas até os médicos residentes, que já estão começando a profissão sem ética profissional.
Os Drs. Dr. FRANCISCO AMÉRICO FERNANDES NETO-CRM32453, Dr. EDUARDO JERONIMO DE OLIVEIRA JUNIOR-CRM143375 e a Dra. RENATA ARRUDA PASSOS FREIRE DE BARROS- CRM146090, com tive contato nos enganaram agiram de má fé para benefícios próprios, o que fez com que  me levasse a começar investigar o que tudo isso.
Eu quero justiça, isso não vai trazer minha mãe de volta, mas uma coisa que ela me ensinou é ser honesto e pela minha dignidade eu quero justiça.
Minha mãe faleceu no dia 13/11/2011, no Hospital Dr. Mário Gatti transferida da Unicamp onde tivemos que levá-la porque no dia 12/11/2011 não tinha maca no Mário Gatti  com infecção generalizada devido a fistula após cirurgia desnecessária entre outros motivos, o que eles fizeram antecipar a sua morte com mais sofrimentos.
Informo que após envia essa carta por e-mail e enviar registrada também, vou procurar o ministério público a delegacia para fazer um Boletim de Ocorrência e a televisão.
Estou munido de todos os exames como também a cópia do prontuário médico.
Por enquanto sem mais,

4 comentários:

  1. LENDO SEU RELATÓRIO FIQUEI MUITO CHOCADA , PORQUE MINHA MÃE FALECEU NAS MESMAS CONDIÇÕES NESTE HOSPITAL EM DEZEMBRO DE 2011. MINHA FAMILIA NÃO ACEITA ATÉ HOJE A SEQUENCIA DE ERROS E MAUS TRATOS QUE ELA RECEBEU. JÁ ENVIEI O PRONTUÁRIO PRA ADVOGADA. POR FAVOR PRECISO ENTRAR EM CONTATO COM O Sr. VAMOS NOS UNIR NESTA LUTA. ME DÊ UM RETORNO, POR FAVOR,É MUITO IMPORTANTE, AGUARDO.

    ResponderExcluir
  2. Sra. Emoreira, é muito triste passar por todas essas situações principalmente quando perdemos uma pessoa que não temos como medir o amor que é o de Mãe. Eu já recebi a resposta do CREMESP que abriu sindicância para investigar o caso, recebi resposta também do MPF ( Ministério Público Federal),MPE ( Ministério Público Estadual), Ouvidoria geral do Minicípio de Campinas e a Auditoria Geral do SUS. A Sra. já realizou alguma dessas medidas? Com certeza temos que unir forças para que outras famílias não passem o que nós passamos.É muito revoltante ver a maneira de como eles tratam os paciêntes e seus familiares na quele hospital.Isso poque temos um pouco de instrução.No que depender de mim vou até o fim aparado pelas leis, legalmente quero que tenha justiça. A sua advogada ja lhe deu algum retorno? Talvez eu poderia passar meu caso para ela avaliar.Temos que reunir mais pessoas que estão passando por essa situação ou que já passaram. Aguardo retorno.Att. Adriano.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Bom Dia Adriano, minha mãe deu entrada neste hospital pra fazer uma cirurgia sem muita urgência e saiu de lá dentro de um caixão, a causa do óbito não teve relação nenhuma com a cirurgia que acabou NÃO SENDO FEITA. A minha revolta é a FALTA DE RESPONSABILIDADE DE PESSOAS QUE DEVERIAM DAR VIDA A OUTRAS PESSOAS. E fazem sim, de pacientes indefesos, cobaias pra estudantes. As autoridades deveriam colocar câmeras em todas as salas do hospital, porque os absurdos são tantos, que se relatar aqui ninguém acreditaria.
      Sr. Adriano, achei muito válida sua atitude de colocar na mídia esses acontecimentos, pra que outras pessoas vejam e tomem cuidado. Se eu soubesse ANTES , desses problemas nesse hospital, jamais deixaria minha mãe lá internada. Eu perdi minha mãe, sei que ela teria ainda muitos anos de vida. Por favor, se puder entre em contato comigo pelo e-mail emoreiraballet.ms@gmail.com . Espero que outras pessoas venham se unir a nós também pela justiça.

      Excluir
  3. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir